ND do Pântano do Sul

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A LUTA PELO PARQUE CONTINUA!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO "O GOLPE DA REFORMA AGRÁRIA" (SC) de Gert Schinke - IMPERDÍVEL


OLÁ A TODOS!
Aqui estamos nós novamente, e desta vez, para convidá-los a participar do evento de lançamento do livro "O Golpe da Reforma Agrária"de autoria de Gert Schinke.
Fruto de incansável investigação e pesquisa, um verdadeiro quebra-cabeças, que desvenda a verdadeira história da antirreforma agrária ocorrida aqui em Santa Catarina nos anos da ditadura militar, com especial ênfase no distrito do Pântano do Sul!


DATA: 2 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA, ÀS 19h
LOCAL: AUDITÓRIO DO CFH DA UFSC

- COM PALESTRA DE JOÃO VICENTE GOULART, FILHO DE JOÃO GOULART, SOBRE A CONJUNTURA PRÉ-GOLPE E A REFORMA AGRÁRIA DE JANGO
- APRESENTAÇÃO DO LIVRO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS COM GERT SCHINKE

PROMOÇÃO: Editora Insular e CFH-UFSC
APOIO: Comissão de Direitos Humanos da ALESC; Escola do Legislativo da ALESC e Coletivo Catarinense Memória, Verdade, Justiça
SOBRE O LIVRO ‘O GOLPE DA REFORMA AGRÁRIA’:
Ele revela a maior fraude fundiária efetivada sob o manto de uma suposta reforma agrária perpetrada na história do Brasil. Subvertendo totalmente a proposta, mostra como se efetivou uma ANTIRREFORMA AGRÁRIA no Estado de Santa Catarina e uma fraude colossal com terras públicas em Florianópolis, especialmente durante o período da ditadura civil militar

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

BALANÇO SOBRE AS REUNIÕES PÚBLICAS DA PREFEITURA EM 2014

COLETIVO NOSSA CIDADE

BALANÇO SOBRE AS REUNIÕES PÚBLICAS DA PREFEITURA EM 2014

A história, só para lembrar
Passado o conturbado processo do Plano Diretor Participativo - PDP, iniciado em 2006 e que se arrastou por mais de sete anos, ao longo de três mandatos de Prefeitos, cinco Superintendentes do IPUF e quatro Ministros do Ministério das Cidades, o que, por si só é um verdadeiro escândalo, o que se viu ao longo desse ano foi mais um festival de ‘faz de conta’, de franca maquiagem democrática e participativa. Nos últimos anos o Estatuto da Cidade foi solenemente ignorado.

Déficit democrático e legal
Uma Ação Civil Pública – ACP, impetrada pelo Ministério Público Federal a pedido de inúmeros movimentos sociais e lideranças ligadas ao extinto Núcleo Gestor Municipal do PDP, teve sentença favorável na Justiça Federal de Florianópolis, obrigando a Prefeitura a realizar 13 Audiências Públicas, reconvocar o Núcleo Gestor Municipal e depois enviar o resultado novamente para a Câmara, coisa que a Prefeitura havia ‘driblado’ em 2013 ao destituir o Núcleo Gestor e ignorar a realização das 13 audiências públicas que aquele colegiado havia deliberado fazer em sua última reunião formal. Um recurso judicial da Prefeitura derrubou esta sentença na 2ª instância da Justiça Federal em Porto Alegre, que acolheu a falaciosa alegação da Prefeitura de que, caso se voltasse atrás no processo já consumado, a cidade ‘enfrentaria um caos’. Mesmo assim, reconhecendo evidente déficit legal e político, a Prefeitura realizou o que chamou de ‘oficinas’, inicialmente apresentadas como ‘Audiências Públicas’ mas logo renomeadas como ‘reuniões públicas’, encontros que começaram em 23 de julho e se estenderam até o dia 24 de setembro.

O prefeito optou pelos vereadores ao invés da população organizada
Aplicando esmerada ‘esperteza política’, a Prefeitura fez as oficinas para ‘escutar’ a população sobre possíveis ‘erros’ na lei do PD, aprovada que foi pela Câmara Municipal no limiar de 2013 e sancionada pelo Prefeito no início de 2014. Aqui lembramos que o Prefeito deixou de vetar (tinha poder legal para fazê-lo) dezenas de emendas apresentadas e aprovadas por vereadores que retaliaram profundamente a proposta elaborada e encaminhada pela própria Prefeitura, certamente atendendo a acordos políticos. Ao agir assim, ajudou a desconfigurar ainda mais a proposta original, embora esta necessitasse de ajustes, muitos dos quais foram recomendados pelas comunidades ainda organizadas na reta final do PDP. Antes da votação a ‘bancada popular’ do Núcleo Gestor Municipal realizou dois concorridos seminários que redundaram na aprovação de um detalhado documento relacionando as emendas desejadas por parte das comunidades, e entregue a tempo a todos os vereadores, ao Prefeito e ao Secretário da SMDU e Presidente do IPUF.

Escondendo a cara das pessoas
A bateria de ‘reuniões/assembléias’ acontecidas no segundo semestre de 2013, antes da votação, já foram um autêntico festival de faz-de-conta, propositalmente esculhambadas para promover um cenário onde imperava a solução de quem ‘falava mais alto no salão’. Agora a Prefeitura contratou até mesmo ‘moderadores’ para coordenar as tais oficinas, função política que não passou de mera apresentação da ordem do dia e fazer confetes diplomáticos. E, como no ano anterior, também não houve controle de tempo de fala e, ao final de cada oficina, a equipe recolhia as ‘sugestões’ para o corpo técnico do IPUF analisar com a promessa de posteriormente responder aos proponentes a solução adotada para cada caso. Nesse cenário, foram raríssimas as propostas advindas de coletivos organizados, associações comunitárias ou entidades dos movimentos sociais, predominando sugestões de foro individual com evidente caráter econômico, via de regra propondo alterar índices construtivos deixando-os menos restritivos do que aqueles apresentados nos mapas.
Patrola da especulação sobre as comunidades organizadas
Para quase todas as oficinas empresários da construção civil, ou simples candidatos a tanto, arregimentaram pelotões de empregados e asseclas para pressionar os técnicos do IPUF ali presentes para apoiarem suas ‘sugestões’, promovendo claques e gritos de guerra ao estilo da mais rastaqüera torcida organizada. Uma vergonha.

A nossa avaliação
A exemplo do que ocorreu no Plano Diretor Participativo, quando pessoas ligadas ao nosso coletivo estiveram presentes ao longo de todo aquele penoso processo de sete anos, também desta vez membros do nosso grupo marcaram presença em 15 das 21 oficinas realizadas, o que nos emprestou a correspondente credibilidade para avaliarmos e apontarmos as falhas e contradições, além de sempre defendermos as comunidades e a natureza, a democracia participativa autêntica e a correta aplicação da legislação urbana e ambiental. A luz do que observamos, nós acreditamos que os ‘erros’ que a própria Prefeitura admitia existirem nos mapas aprovados pela Câmara e posteriormente sancionados, ainda que sejam parcialmente corrigidos, venham se apresentar impregnados por ‘retalhos de zoneamentos’ sugeridos por indivíduos no âmbito dessas oficinas. Ficou claríssimo que o processo atual careceu de uma metodologia que priorizasse demandas coletivas, fator que inquestionavelmente comprometeu a sua legitimidade. Em verdade, não houve sequer ‘oficinas’, já que os encontros não passaram de mera coleta de sugestões para operar alterações nos mapas. Tudo o que ocorreu ficou muito distante do processo produzido nos anos de 2007 e 2008, aquele sim resultante de uma discussão bem organizada pelas comunidades e sob a gestão plena do Núcleo Gestor Municipal. Nossa atuação nas oficinas do corrente ano foi no sentido de resgatar questões aprovadas pelas comunidades naquele processo anterior que ainda não constavam nos mapas apresentados ou foram simplesmente eliminadas por via de emendas de vereadores durante a votação ao final do ano passado.

Olhando para o futuro
O que nos preocupa é o que está por vir com o que a PMF produzirá com esta ‘coleta de sugestões’ feita nas oficinas: certamente um pacote de emendas que, ao que tudo indica, será enviado à Câmara Municipal no final deste ano, informação esta dada publicamente pelo próprio Secretário da SMDU. Ignorando totalmente as comunidades, novamente se instalará o perverso jogo de barganha entre o poder econômico da especulação imobiliária e o expressivo conjunto de vereadores que se alinha com ela. Assim aconteceu quando da aprovação do PDP ao final do ano passado, episódio vergonhoso que maculou o espírito republicano ao ignorar as mais elementares regras legislativas, assim como a legislação ambiental e urbana, especialmente no que diz respeito ao Estatuto da Cidade.

Nosso chamado
Para evitarmos que o pior venha acontecer novamente, ou seja, que vejamos a cidade ser ‘brindada’ com outro pacote de maldades produzidas pela ‘bancada do concreto’ na Câmara Municipal, ao invés de obtermos alguns avanços corrigindo sérias deformações hoje constantes na lei do PD, precisamos ficar alertas e nos unir na defesa as prioridades apresentadas pelas comunidades e entidades organizadas na nossa cidade. Como se vê, a luta não acabou com a aprovação da lei do Plano Diretor. Visite também nosso blog e compareça a uma reunião do Coletivo Nossa Cidade. Você é nosso convidado.

Florianópolis, outubro de 2014

Facebook: Coletivo Nossa Cidade Florianópolis


BLOG: coletivonossacidade@blogspot.com.br

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RELATO E AVALIAÇAO DA “OFICINA” DA PMF NO PANTANO DO SUL


E aconteceu a tal da reunião da prefeitura 
Uma vez mais, sem divulgação alguma e longe da área do distrito mais populosa, que é a Armação, a oficina de faz-de-conta contou com cerca de 35 pessoas lá na ABA (Açores). (Um terço dos participantes era do nosso ND)

Bem, quanto ao que foi a tal da reunião, vale relatar o já esperado:
A nossa reivindicação (ND Pântano) foi a única de caráter coletivo:
Reivindicamos que:
- o projeto do Entorno, totalmente ignorado no novo plano, fosse nele incluído como deliberado na Audiência Pública do Plano Diretor Participativo de 2008.
- o zoneamento de AEA (Área de Estudo Ambiental) apresentado no anteprojeto da prefeitura retornasse à área da planície do Pântano. Já que os vereadores, a serviço de construtoras, a transformou em AUE (Área de Urbanização Especial) na votaçao-farsa do plano (AUE que na prática é um verdadeiro aue, mesmo! - Festa para as construtoras)

As reivindicações de cunho umbilical (interesse pessoal) vieram por parte:
- Da JAT, para transformar a planície num empreendimento “chique” 
- Do Regis, para fazer seu resort na APP do Matadeiro
- De um biólogo, vendendo seu peixe (empresa de EIA) e tentando desinformar, tratando a criação do parque do Pântano (deliberação em AP do Plano Diretor com base nos pareceres feitos pelo IBAMA e FATMA) como se esta tivesse sido fruto de uma ideologia (?) de um grupo de ongs (???) (pirou de vez! Agora coletivo do processo do plano diretor virou ONG? – vixe!!!)
E do lado dos empresários defendendo seus umbigos, ainda tivemos que agüentar provocações de capo... Um indivíduo que tentou tumultuar o ambiente agredindo nosso grupo com xenofobia e ataques pessoais- veio de chinelo de dedo, como ele mesmo afirmou, pra provar que era da terra-  e de carrão com o coronel, seu patrão.
Felizmente, mais essa etapa terminou! 

Velhas artimanhas, velha política, velhos interesses, velhos capos submissos e velhas provocações para defender a velha especulação.

O que avaliamos que vai acontecer, é que a prefeitura-IPUF alterará o zoneamento da planície de volta a  AEA na emenda a ser apresentada à Câmara só pra se safarem, pois acordo já feito por fora (entre empresários, prefeito e vereadores), na hora da votação da emenda, os vereadores retomam a AUE ... e a gente continua a briga na justiça mesmo, com o Ministério Público do nosso lado!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

ATENÇAO! ATENÇAO Distrito do Pantano Do Sul!!!


É nesta quarta-feira a NADA divulgada oficina da prefeitura aqui no distrito!!!
Dia 24 de setembro (quarta-feira) – 19 horas
Oficina Pública (Pântano do Sul e Armação)
Local: Associação dos Moradores Balneário dos Açores (ABA)

Lembrando que sua presença é importante- não para pedir um favorzinho pessoal, mas para dar força à denúncia da FARSA com verniz de participativa!!!
Estaremos lá levando nossas reivindicações: deliberações que foram aprovadas em nossas audiências públicas que foram solenemente ignoradas no plano da prefeitura/vereadores! Lembrando também que a Recomendaçao do MPF sobre a planície foi solenemente ignorada e que o parecer do IBAMA, declarando as terras da planície como sendo da Uniao, foi também solenemente ignorado!!!! 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

REUNIAO PREPARATÓRIA para "oficina" da prefeitura!

Olá pessoal !!!

E vamos lá novamente!!!
Reuniao preparatória para encararmos a "oficina" da prefeitura!
pré-pauta:
1-informes (vários!!!)
2-relatos do Coletivo Nossa Cidade sobre as reunioes ("oficinas") realizadas nos demais bairros)
3-avaliaçao
4-nossos preparativos

DIA 16 DE SETEMBRO- terça feira
20 H
LOCAL- EBM DILMA LUCIA DOS SANTOS

abraços!
Contanos com sua presença!!!

domingo, 7 de setembro de 2014

FELIZ DIA: NOSSA PÁTRIA É A NATUREZA!



Parabéns ao Coletivo SOMA e a todos que se comprometeram em tornar este Sete de Setembro uma data realmente especial!



 Transformamos um dia de comemoração faz-de-conta em dia de real confraternização com quem de fato acredita na independência e na liberdade. 

E mais... com quem de fato ama esta terra e a quer protegida e respeitada pelo que ela tem de mais belo: sua natureza!

Contamos com a presença de representantes do povo Guarani: o professor Mario Karai, o coral das crianças celebrando a vida, a natureza e a amizade e o lindo artesanato das mulheres.








Lembrando aqui que a luta dos Guaranis pela homologação de suas terras no Morro dos Cavalos é símbolo da luta pela preservação da vida desse povo, luta pela preservação da natureza, luta contra a ganância dos predadores da especulação imobiliária em conluio com o poder público.

Depois, a música da Orquestra Social de Florianópolis sob a regência do simpático Maestro Carlos Alberto Vieira encheu o salão, nossos ouvidos e corações com boa música e graça!











Acompanhe o SOMA! Junte-se a nós pela preservação da natureza e da comunidade da Praia do Matadeiro!

https://www.facebook.com/paulo.decastro.1238?fref=ts

VEJA MAIS FOTOS!!!






Lanche vegano!









































sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"A Natureza é a Nossa Pátria"

OLÁ PESSOAL!!!

Sem desfile cívico-militar para marcar o dia da pátria, o Coletivo Soma (Somos todos Praia do Matadeiro) - apoiado pelo ND do Pantano do Sul e diversas entidades e movimentos sociais do sul da ilha, assim como representantes do povo Guarani (Morro dos Cavalos)- promoverá um evento diferente - 'não oficial'- neste domingo 7 de Setembro.

"A Natureza é a Nossa Pátria" brindará nossas maiores riquezas: a natureza e as comunidades locais e tradicionais responsáveis por sua preservaçao!

Mutirao, oficinas, apresentaçao de orquestras e do Coral dos Guarani (Morro dos Cavalos) dentre outras atividades,
  
A programação completa está em anexo! 
Evento "A Natureza é a Nossa Pátria"
Local: centrinho da Armação do Pântano do Sul
Data: 7 de setembro
Hora: das 10h às 19h


Junte-se a nós para comemorarmos juntos a uniao e a natureza!