ND do Pântano do Sul

ND do Pântano do Sul
A LUTA PELO PARQUE CONTINUA!

sábado, 11 de julho de 2015

PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA LAGOINHA DO LESTE

BOAS NOVAS

Terça-feira, dia 7 de julho, com o auditório da EBM Dilma cheio, aconteceu a Consulta Pública referente à recategorização do parque da Lagoinha do Leste e a ampliação da área do parque!

1) A Floram apresentou um novo mapa que amplia a atual área do parque e a nossa proposta do plano diretor para a criação do projeto do Entorno Escolar foi abraçada!!!!!!! (Numa segunda etapa, a ampliação da área do parque da Lagoa do Peri será apresentada e então um corredor ecológico entre os dois parques será criado!)
2) O infame projeto do resort do Matadeiro foi explodido, já que a área do mesmo foi incorporada ao parque! O Regis estava lá com um pedido de indenização, mas que a gente paga pra ver se ele tem mesmo direito a ela!!!!
3) O castelo do Sch... lá no alto do costão foi preservado, com área reduzida é verdade- pero no mucho... Só é estranho um cara que detonou a paisagem e a mata original com pinus, grama , construção de 3 açudes que secaram cachoeiras e deixaram o povo do costão sem água da fonte (e isto, já depois da criação do parque!!!) ainda ter garantida uma área que "poderá" ser vendida para criação... é lógico... de um resort com vista espetacular.... Na consulta o povo foi unânime: fora castelo! que a área a ser reservada ao proprietário seja BEM menor ( e isto, se ela lhe for de fato de direito!)
Ficaram contudo perguntas ainda sem respostas com relação ao território do Sch: sendo aquela área de  APP e além disso, já sendo quando das alterações de paisagem, área de parque, como a Floram permitiu e ainda permite a destruição da flora e fauna local? e como esses açudes do mega "jardim" do  Sch podem estar lá? Por que ele não foi impedido?

Não tem multa prá "rei"? Não há isonomia da lei?

A proposta apresentada pela Floram é legal e com as alterações propostas pela comunidade, vai ficar melhor ainda! 

- criação de corredor ecológico que tem seu início na área do Carlos Almeida ( CR Almeida) que margeia a SC em frente ao atual parque 
- incorporação do território do Sch no costão
- devolução do caminho dos pescadores no costão, que foi retirado da comunidade

Fora isso, a comunidade pediu providências por parte da Floram, para que os pinus do Sch que já tomam conta do costão chegando até o Morro da Coroa na Lagoinha, sejam retirados e que os açudes sejam desativados

Vamos aguardar o retorno da Floram, agora, para apresentar a proposta final que será encaminha da à Câmara... e aí... pressão nos vereadores!!!


sábado, 20 de junho de 2015

TCHAU PARA OS CARROS NA PRAIA!!!!

A coisa agora vai !!!
No dia 16 de junho participamo de uma audiência pública na Justiça Federal sobre a questão dos carros na praia do Pantisuli!
O juiz federal Marcelo Kras Borges deu nos dedos da prefeitura: praia não é via pública! Os carros vão ter que sair!
Em 90 dias (setembro) uma nova audiência acontecerá e a prefeitura terá que apresentar a solução com prazo de execução, de como vai fechar as ruas de acesso nossa bela praia! E é claro que os pescadores terão garantido acesso para retirada de peixes, os moradores terão garantido acesso às suas casas e os restaurantes terão abastecimento garantido. Mas os VEÍCULOS NÃO PODERÃO MAIS CIRCULAR E ESTACIONAR NA PRAIA!!!! 

VIVA A PRAIA PARA OS BANHISTAS!!!! VAMOS DAR UM MEGA FORA NOS CARROS!
Na terça -feira passada, dia 30 de junho, houve um breve encontro de dois representantes (Pântano e Campeche) com prefeitura e ministério público federal para atualizações das medidas sendo adotadas pela prefeitura para efetivar o fechamento dos acessos da praia do Pântano e abertura dos acessos à praia do Campeche fechados por condomínios.
A PMF (prefeitura) já está providenciando as placas a serem instaladas nas 3 entradas de nossa praia, preparou as fichas de cadastramento de moradores e trabalhadores que necessitarão de autorização especial  de acesso - NÃO DE ESTACIONAMENTO E CIRCULAÇÃO!
Haverá ainda mais uma reunião antes da Audiência Pública de setembro com juiz Marcelo Kras Borges na Justiça Federal, quando ele baterá o martelo definindo prazos e garantias ( para nós!!!!- incrível, não?)
CIRCULAÇÃO E ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS NA PRAIA ESTARÃO FINALMENTE PROIBIDOS!
VENHA VC TAMBÉM NA PRÓXIMA AUDIÊNCIA EM SETEMBRO!!!
E PARABÉNS AO JUIZ MARCELO KRAS BORGES PELA INICIATIVA DE CHAMAR ESSAS AUDÊNCIAS COM AS PARTES ENVOLVIDAS E ABRIR A PALAVRA PARA AS COMUNIDADES SE MANIFESTAREM!
MUITO LEGAL E MUITO BOM SENTIR QUE A GENTE PODE SER OUVIDO E QUE NOSSAS OPINIÕES SÃO DE FATO LEVADAS EM CONSIDERAÇÃO!

VIVA NOSSA BELA PRAIA DO PÂNTANO!!!!!!




VEJA MAIS SOBRE O BOMBÁSTICO LIVRO DENÚNCIA: O GOLPE DA "REFORMA AGRÁRIA" DE GERT SCHINKE


Olá pessoal!
Este livro vai mexer com a forma de atacarmos os diversos problemas relacionados aos grandes empreendedores e seus grandes empreendimentos na Ilha de Florianópolis!!!
Vale a leitura! E depois... é arregaçar as mangas e atacar o problema da especulação em diversas áreas da ilha indo bem lá na raiz!!!!! A quem de fato pertencem as terras?


 O GOLPE DA “REFORMA AGRÁRIA” Gert Schinke, Editora INSULAR, 448 páginas

MAIS DE 100 EXEMPLARES VENDIDOS EM 15 DIAS A PARTIR DO LANÇAMENTO

ELE REVELA A MAIOR FRAUDE COM CONCESSÃO DE TERRAS PÚBLICAS NO BRASIL PERPETRADA DURANTE A DITADURA CIVIL/MILITAR

E O QUE MAIS VOCÊ PRECISA SABER:
- A lista completa das 1.000 pessoas contempladas com glebas em Florianópolis;
- Os sucessivos escândalos de fraudes com registros de imóveis em Florianópolis;
- A publicação inédita do registro no Livro do Tombo da área da ‘Meia Légua em Quadro’ concedida por Dom Pedro I para a ‘Villa do Desterro’ (antes de a cidade ser chamada de Florianópolis) no ano de 1.823;
- Quadro com a produção agropecuária na Ilha de Santa Catarina em 1.970;
- A apropriação das ‘terras de uso comum’ em Florianópolis e no litoral catarinense;
- A lista completa dos municípios catarinenses com o número das respectivas glebas que os mesmos receberam desde fins do século XIX;
- A ‘casa fundiária’ de Santa Catarina e o quadro dos ‘ciclos fundiários casado aos ciclos do desmatamento da Mata Atlântica’.

PARA COMPRAR (preço de capa nas livrarias R$ 60,00):

- NO SITE DA EDITORA INSULAR:http://www.insular.com.br/
- Em toda a rede das LIVRARIAS CATARINENSE
- Na Livraria Livros&Livros, no campus da UFSC em Florianópolis

LINK NO YOUTUBE DE FILMETES DO LIVRO ‘O GOLPE’:



terça-feira, 9 de junho de 2015

PMF PERDE NA JUSTIÇA E TERÁ QUE REALIZAR ASAUDIÊNCIAS PÚBLICAS DO PLANO DIRETOR

E AGORA CEZINHA?

Justiça não aceitou as argumentações da prefeitura e exige retorno do Núcleo Gestor do plano Diretor!

 TRF determina audiências públicas para Plano Diretor de Florianópolis Prefeitura alega já ter realizado 20 consultas populares, sete a mais do que o exigido [...] Veja mais em: http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/259765-trf-determina-audiencias-publicas-para-plano-diretor.html.


quinta-feira, 28 de maio de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO "O GOLPE DA REFORMA AGRÁRIA" (SC) de Gert Schinke - IMPERDÍVEL


OLÁ A TODOS!
Aqui estamos nós novamente, e desta vez, para convidá-los a participar do evento de lançamento do livro "O Golpe da Reforma Agrária"de autoria de Gert Schinke.
Fruto de incansável investigação e pesquisa, um verdadeiro quebra-cabeças, que desvenda a verdadeira história da antirreforma agrária ocorrida aqui em Santa Catarina nos anos da ditadura militar, com especial ênfase no distrito do Pântano do Sul!


DATA: 2 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA, ÀS 19h
LOCAL: AUDITÓRIO DO CFH DA UFSC

- COM PALESTRA DE JOÃO VICENTE GOULART, FILHO DE JOÃO GOULART, SOBRE A CONJUNTURA PRÉ-GOLPE E A REFORMA AGRÁRIA DE JANGO
- APRESENTAÇÃO DO LIVRO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS COM GERT SCHINKE

PROMOÇÃO: Editora Insular e CFH-UFSC
APOIO: Comissão de Direitos Humanos da ALESC; Escola do Legislativo da ALESC e Coletivo Catarinense Memória, Verdade, Justiça
SOBRE O LIVRO ‘O GOLPE DA REFORMA AGRÁRIA’:
Ele revela a maior fraude fundiária efetivada sob o manto de uma suposta reforma agrária perpetrada na história do Brasil. Subvertendo totalmente a proposta, mostra como se efetivou uma ANTIRREFORMA AGRÁRIA no Estado de Santa Catarina e uma fraude colossal com terras públicas em Florianópolis, especialmente durante o período da ditadura civil militar

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

BALANÇO SOBRE AS REUNIÕES PÚBLICAS DA PREFEITURA EM 2014

COLETIVO NOSSA CIDADE

BALANÇO SOBRE AS REUNIÕES PÚBLICAS DA PREFEITURA EM 2014

A história, só para lembrar
Passado o conturbado processo do Plano Diretor Participativo - PDP, iniciado em 2006 e que se arrastou por mais de sete anos, ao longo de três mandatos de Prefeitos, cinco Superintendentes do IPUF e quatro Ministros do Ministério das Cidades, o que, por si só é um verdadeiro escândalo, o que se viu ao longo desse ano foi mais um festival de ‘faz de conta’, de franca maquiagem democrática e participativa. Nos últimos anos o Estatuto da Cidade foi solenemente ignorado.

Déficit democrático e legal
Uma Ação Civil Pública – ACP, impetrada pelo Ministério Público Federal a pedido de inúmeros movimentos sociais e lideranças ligadas ao extinto Núcleo Gestor Municipal do PDP, teve sentença favorável na Justiça Federal de Florianópolis, obrigando a Prefeitura a realizar 13 Audiências Públicas, reconvocar o Núcleo Gestor Municipal e depois enviar o resultado novamente para a Câmara, coisa que a Prefeitura havia ‘driblado’ em 2013 ao destituir o Núcleo Gestor e ignorar a realização das 13 audiências públicas que aquele colegiado havia deliberado fazer em sua última reunião formal. Um recurso judicial da Prefeitura derrubou esta sentença na 2ª instância da Justiça Federal em Porto Alegre, que acolheu a falaciosa alegação da Prefeitura de que, caso se voltasse atrás no processo já consumado, a cidade ‘enfrentaria um caos’. Mesmo assim, reconhecendo evidente déficit legal e político, a Prefeitura realizou o que chamou de ‘oficinas’, inicialmente apresentadas como ‘Audiências Públicas’ mas logo renomeadas como ‘reuniões públicas’, encontros que começaram em 23 de julho e se estenderam até o dia 24 de setembro.

O prefeito optou pelos vereadores ao invés da população organizada
Aplicando esmerada ‘esperteza política’, a Prefeitura fez as oficinas para ‘escutar’ a população sobre possíveis ‘erros’ na lei do PD, aprovada que foi pela Câmara Municipal no limiar de 2013 e sancionada pelo Prefeito no início de 2014. Aqui lembramos que o Prefeito deixou de vetar (tinha poder legal para fazê-lo) dezenas de emendas apresentadas e aprovadas por vereadores que retaliaram profundamente a proposta elaborada e encaminhada pela própria Prefeitura, certamente atendendo a acordos políticos. Ao agir assim, ajudou a desconfigurar ainda mais a proposta original, embora esta necessitasse de ajustes, muitos dos quais foram recomendados pelas comunidades ainda organizadas na reta final do PDP. Antes da votação a ‘bancada popular’ do Núcleo Gestor Municipal realizou dois concorridos seminários que redundaram na aprovação de um detalhado documento relacionando as emendas desejadas por parte das comunidades, e entregue a tempo a todos os vereadores, ao Prefeito e ao Secretário da SMDU e Presidente do IPUF.

Escondendo a cara das pessoas
A bateria de ‘reuniões/assembléias’ acontecidas no segundo semestre de 2013, antes da votação, já foram um autêntico festival de faz-de-conta, propositalmente esculhambadas para promover um cenário onde imperava a solução de quem ‘falava mais alto no salão’. Agora a Prefeitura contratou até mesmo ‘moderadores’ para coordenar as tais oficinas, função política que não passou de mera apresentação da ordem do dia e fazer confetes diplomáticos. E, como no ano anterior, também não houve controle de tempo de fala e, ao final de cada oficina, a equipe recolhia as ‘sugestões’ para o corpo técnico do IPUF analisar com a promessa de posteriormente responder aos proponentes a solução adotada para cada caso. Nesse cenário, foram raríssimas as propostas advindas de coletivos organizados, associações comunitárias ou entidades dos movimentos sociais, predominando sugestões de foro individual com evidente caráter econômico, via de regra propondo alterar índices construtivos deixando-os menos restritivos do que aqueles apresentados nos mapas.
Patrola da especulação sobre as comunidades organizadas
Para quase todas as oficinas empresários da construção civil, ou simples candidatos a tanto, arregimentaram pelotões de empregados e asseclas para pressionar os técnicos do IPUF ali presentes para apoiarem suas ‘sugestões’, promovendo claques e gritos de guerra ao estilo da mais rastaqüera torcida organizada. Uma vergonha.

A nossa avaliação
A exemplo do que ocorreu no Plano Diretor Participativo, quando pessoas ligadas ao nosso coletivo estiveram presentes ao longo de todo aquele penoso processo de sete anos, também desta vez membros do nosso grupo marcaram presença em 15 das 21 oficinas realizadas, o que nos emprestou a correspondente credibilidade para avaliarmos e apontarmos as falhas e contradições, além de sempre defendermos as comunidades e a natureza, a democracia participativa autêntica e a correta aplicação da legislação urbana e ambiental. A luz do que observamos, nós acreditamos que os ‘erros’ que a própria Prefeitura admitia existirem nos mapas aprovados pela Câmara e posteriormente sancionados, ainda que sejam parcialmente corrigidos, venham se apresentar impregnados por ‘retalhos de zoneamentos’ sugeridos por indivíduos no âmbito dessas oficinas. Ficou claríssimo que o processo atual careceu de uma metodologia que priorizasse demandas coletivas, fator que inquestionavelmente comprometeu a sua legitimidade. Em verdade, não houve sequer ‘oficinas’, já que os encontros não passaram de mera coleta de sugestões para operar alterações nos mapas. Tudo o que ocorreu ficou muito distante do processo produzido nos anos de 2007 e 2008, aquele sim resultante de uma discussão bem organizada pelas comunidades e sob a gestão plena do Núcleo Gestor Municipal. Nossa atuação nas oficinas do corrente ano foi no sentido de resgatar questões aprovadas pelas comunidades naquele processo anterior que ainda não constavam nos mapas apresentados ou foram simplesmente eliminadas por via de emendas de vereadores durante a votação ao final do ano passado.

Olhando para o futuro
O que nos preocupa é o que está por vir com o que a PMF produzirá com esta ‘coleta de sugestões’ feita nas oficinas: certamente um pacote de emendas que, ao que tudo indica, será enviado à Câmara Municipal no final deste ano, informação esta dada publicamente pelo próprio Secretário da SMDU. Ignorando totalmente as comunidades, novamente se instalará o perverso jogo de barganha entre o poder econômico da especulação imobiliária e o expressivo conjunto de vereadores que se alinha com ela. Assim aconteceu quando da aprovação do PDP ao final do ano passado, episódio vergonhoso que maculou o espírito republicano ao ignorar as mais elementares regras legislativas, assim como a legislação ambiental e urbana, especialmente no que diz respeito ao Estatuto da Cidade.

Nosso chamado
Para evitarmos que o pior venha acontecer novamente, ou seja, que vejamos a cidade ser ‘brindada’ com outro pacote de maldades produzidas pela ‘bancada do concreto’ na Câmara Municipal, ao invés de obtermos alguns avanços corrigindo sérias deformações hoje constantes na lei do PD, precisamos ficar alertas e nos unir na defesa as prioridades apresentadas pelas comunidades e entidades organizadas na nossa cidade. Como se vê, a luta não acabou com a aprovação da lei do Plano Diretor. Visite também nosso blog e compareça a uma reunião do Coletivo Nossa Cidade. Você é nosso convidado.

Florianópolis, outubro de 2014

Facebook: Coletivo Nossa Cidade Florianópolis


BLOG: coletivonossacidade@blogspot.com.br

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RELATO E AVALIAÇAO DA “OFICINA” DA PMF NO PANTANO DO SUL


E aconteceu a tal da reunião da prefeitura 
Uma vez mais, sem divulgação alguma e longe da área do distrito mais populosa, que é a Armação, a oficina de faz-de-conta contou com cerca de 35 pessoas lá na ABA (Açores). (Um terço dos participantes era do nosso ND)

Bem, quanto ao que foi a tal da reunião, vale relatar o já esperado:
A nossa reivindicação (ND Pântano) foi a única de caráter coletivo:
Reivindicamos que:
- o projeto do Entorno, totalmente ignorado no novo plano, fosse nele incluído como deliberado na Audiência Pública do Plano Diretor Participativo de 2008.
- o zoneamento de AEA (Área de Estudo Ambiental) apresentado no anteprojeto da prefeitura retornasse à área da planície do Pântano. Já que os vereadores, a serviço de construtoras, a transformou em AUE (Área de Urbanização Especial) na votaçao-farsa do plano (AUE que na prática é um verdadeiro aue, mesmo! - Festa para as construtoras)

As reivindicações de cunho umbilical (interesse pessoal) vieram por parte:
- Da JAT, para transformar a planície num empreendimento “chique” 
- Do Regis, para fazer seu resort na APP do Matadeiro
- De um biólogo, vendendo seu peixe (empresa de EIA) e tentando desinformar, tratando a criação do parque do Pântano (deliberação em AP do Plano Diretor com base nos pareceres feitos pelo IBAMA e FATMA) como se esta tivesse sido fruto de uma ideologia (?) de um grupo de ongs (???) (pirou de vez! Agora coletivo do processo do plano diretor virou ONG? – vixe!!!)
E do lado dos empresários defendendo seus umbigos, ainda tivemos que agüentar provocações de capo... Um indivíduo que tentou tumultuar o ambiente agredindo nosso grupo com xenofobia e ataques pessoais- veio de chinelo de dedo, como ele mesmo afirmou, pra provar que era da terra-  e de carrão com o coronel, seu patrão.
Felizmente, mais essa etapa terminou! 

Velhas artimanhas, velha política, velhos interesses, velhos capos submissos e velhas provocações para defender a velha especulação.

O que avaliamos que vai acontecer, é que a prefeitura-IPUF alterará o zoneamento da planície de volta a  AEA na emenda a ser apresentada à Câmara só pra se safarem, pois acordo já feito por fora (entre empresários, prefeito e vereadores), na hora da votação da emenda, os vereadores retomam a AUE ... e a gente continua a briga na justiça mesmo, com o Ministério Público do nosso lado!